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22/02/2010 - Dissoltex promove plantio na nascente do Monjolinho


Ambientalmente responsável a Dissoltex Indústria Química promoveu em parceria com seus funcionários no sábado, 13 de fevereiro,o plantio de 2600 mudas de árvores na nascente do Rio Monjolinho.
A empresa, que atua há mais de 40 anos no mercado de tintas, vernizes e produtos para o couro, convidou seus colaboradores e familiares à participarem do evento, que contou com a presença da Engenheira Florestal Ana Paula Castral, responsável pelo projeto, e Flávio Marchesin, proprietário de uma empresa especializada em reflorestamento e educação ambiental, que será responsável pela manutenção das mudas pelos próximos dois anos.
Machesin falou da importância do plantio em uma área de mata ciliar, da educação e preservação ambiental. Ele destacou a importância do Monjolinho que abastece uma parte da cidade, sendo sua foz no Córrego do Gregório e chamou atenção dos participantes para como o crescimento da cidade pode prejudicar a nascente, visto que alguns loteamentos já estão bem próximos do local que é dentro do municipio, a leste, mas ainda em perímetro rural.
O plantio aconteceu às margens da nascente do rio, no Sítio Boa Vista do Monte Alto, de propriedade do Sr. Odino Piva, que apoiou e cedeu a área para essa atividade de educação ambiental promovida pela Dissoltex.
Ana Paula Castral destacou a importância de se recuperar e preservar a mata ciliar, que é a vegetação que existe nas margens dos rios, lagos, nascentes, represas, que tem muitas funções ambientais e é considerada pelo Código Florestal Federal como Área de Preservação Permanente, devendo ser respeitada uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, nascente ou represa.
Segundo a engenheira o uso das áreas naturais e do solo para agricultura, pecuária, loteamento e outros, contribui para a redução da vegetação natural, o que não permite, por exemplo, que a água da chuva seja infiltrada e armazenada no lençol freático, reduzindo nascentes, rios e lagos.
“ Além disso com a escassez da mata ciliar não há o que proteja o rio das erosões, o que levará a terra das margens para o leito, tornando a água barrenta e dificultando a entrada de luz solar e consequentemente a vida aquática, além de todo lixo que poderá ser levado com a terra poluindo as águas.” Conclui Ana Paula.
A mata ciliar, além de proteger os rios, ainda possibilita que fauna e flora se desloque e se reproduza, o que garante a biodiversidade das regiões.
A Dissoltex, acredita no desenvolvimento sustentável e na educação ambiental, por isso convidou seu s colaboradores a levarem suas famílias para participar do projeto, para que suas crianças entendam a importância dessa atitude e cresçam conscientes.
De acordo com Sr. Wilson Nazzari, proprietário e químico responsável pela Dissoltex, a empresa não pretende que a ação se limite a essa ocasião, mas que se estenda ao longo dos anos, sempre em parceria com seus colaboradores, pois acredita que mais do que árvores, estará plantando o futuro.

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